• neereis

Drops Mensais: 01-22


Surpresa!

Faz um tempinho que tenho vontade de fazer uma coluna mensal (que séria, Vanessa! Não me levem a sério, por favor!) que resuma o meu mês (até como forma de eu relembrar o que e quando vi) e seja uma maneira de eu escrever, ao menos, uma postagem mensal para o blog, mas eu sempre postergava até que veio a ano novo (bom momento para começar coisas, como diria a Kah) e janeiro foi o meu mês de férias (louvado seja Deus!), o que me deu a liberdade para pensar sobre o que e como queria fazer e eis que nasceu: Drops Mensais nada mais é que um pequeno compilado daquilo que consumi durante o mês e que pode funcionar como uma indicação (ou não, rs) caso alguém esteja buscando sugestões!


Mari, grita comigo e o Junki: GAJA!

Começando pela maratona de dramas já finalizados e passando por aqueles que estavam/estão no ar, precisamos falar sobre...


Mouse (Viki): tenho a honra de dizer que entrei para a lista das pessoas que passam pano para o Jung Bareum (Seunggi)! Que drama INCRÍVEL! Uma história sobre policiais e psicopatas que vai muito além do que a gente já conhece sobre policiais e psicopatas. É lei absurda tentando passar! É metáfora com o título do drama! É um show de atuação do elenco mirim da Coréia! É plot bem-feito com quase nenhuma ponta solta! Era eu chorando em muitas das cenas protagonizadas pelo Go Moochi (Lee HeeJoo)! Como diria o Suho (liberdade quase cantando pra esse reizinho, anjos entoam louvores, o mundo se alegra!):

Uncontrollably Fond (Viki): *Hey, Yeongsil, play A Little Braver by New Empire* eu confesso que esperei o rio de lágrimas que todo mundo que viu falou que teria e talvez seja porque eu criei expectativa demais em cima das opiniões alheias. Vai ver é isso. Eu achei o casal adorável, desde a juventude até a idade adulta, foi muito bom ver a Suzy fazendo uma mulher que faz jus ao que minha vó dizia “vergonha é roubar e não carregar” e uma delícia acompanhar as dinâmicas do casal protagonista e do casalzinho jovem daquele menino fofo com sua noona... mas eu passei mais raiva e desgosto (uma pena!) que tristeza (a última conversa dele com o pai e com a mãe e o vídeo dela “se entrevistando” sobre como seria sem ele foram os momentos do meu choro porque QUE CENAS LINDAS!!!)! Mas agora posso dizer que conheci o charme do Woobin e que é uma coisa meio avassaladora, graças a Deus. Estes tweets resumem um pouco a escalada de emoções durante a maratona:

conta exclusiva para reclamações enquanto vejo dramas

Crush: "Por que você não dorme? / Eu não consigo! / E se eu cantar uma canção de ninar pra você? / Eu vou ter pesadelo por 3 dias...", aaaah, o amor! A China entrega tudo em suas comédias românticas (falou aquela pessoa que viu 03 dramas e um filme, mas foi 100% de aproveitamento, então eu vou continuar afirmando isso, SIM!) e eu fico só a Marisa Monte caminhando no tempo e contando para as paredes (e pra Debora, coitada!) coisas do meu coração porque o romance é tão lindo e tão apaixonante que é impossível ficar imune. Esse casal me deu do amor à revolta ao amor; a retratação de um PCD arrogante e cheio de nove horas porque idealização aqui, nããão; amizades lindas; mais uma protagonista doidinha com um protagonista sisudo (e que canta lindamente); músicas lindíssimas e o deleite que é ter Evan Lin (e aquela pintinha no nariz!!) ao piano ou interagindo com crianças, ai ai... não fossem os 04/05 eps em que passei raiva demais e que pareciam ser eternos, seria perfeitinho! "Eu até posso ser feia, mas e se a outra parte for cega?", com esta frase icônica da protagonista, fecho o parágrafo!

Our Beloved Summer (a Netflix tem colocado aos pouquinhos; falei sobre ele com detalhes e sentimentos aqui): o que dizer de um drama que traz, logo na primeira música, o meu amado 10cm? Tudo neste drama grita “MEU DEUS, É PRA MIM!” e os sentimentos foram confirmados semana a semana (chorei no final e fiquei com o coração aquecido? SIM!)! A delicadeza do texto, a beleza das cenas, a química do casal, a construção de todos os personagens, a OST impecável, as carinhas do(s) Ung... Obrigada, Coréia, por olhar para mim e perguntar:

Bad and Crazy: a Debora escreveu um conto (vem aí algum dia!) maravilhoso que conta a dinâmica do vampiro chamado Álvaro Machado e da caçadora de vampiros, Val: e é apenas neles dois que eu penso quando assisto a este drama e vejo o personagem do Lee Dong Wook interagindo com a policial (Han Ji Eun)! Romances e fanfics à parte, eu gosto bastante não apenas da dinâmica LDW (o bad do título, alcunha para nosso policial corrupto e corpo mole, mas que faz cara de cachorro abandonado como ninguém) e Hajoon (a metade crazy, quem interpreta o adorável K), mas também da história que explora o lado psicológico da mente traumatizada de um adulto com porte de arma (o perigo disso!) buscando abrir as portas da própria mente para montar o quebra-cabeça da sua infância e, claro, matar a charada do caso policial que precisa resolver no presente. O drama terminou de uma forma bem legal e foi divertido acompanhar semanalmente!

Uncle (Viki): Oh Jung-Se. Eu poderia parar por aí, porque o nome desse homem é o suficiente (apesar de que Para Sempre Camélia tem ele e eu não consegui assistir a mais que 5 episódios...), mas o drama é bem bom! Muitas mães odiosas (que nem sempre vencem, que fazem merda mesmo se achando espertonas) e algumas crianças insuportáveis que vão se tornando menos insuportáveis (graças a Deus!), uma veia podre de ruim (em quem eu tenho vontade de bater com um exemplar do ECA), plots familiares dramáticos demais (só as mães legais usam franjinha, percebam!), mas contrastado com a leveza e o humor que tio e sobrinho (QUE CRIANÇA FOOOOOOFA!!!) protagonizam seja pela música, seja na consolidação do laço afetivo recém-feito em meio aos 100 desejos, além do primeiro coreano asmático que me lembro de ter visto em dramas (minha memória é ruim, então ele ganhou o posto)! O drama finalizou de uma forma muito linda, eu chorei DEMAIS no último episódio e a cena do balanço ainda permanecerá na minha mente por um tempo...

Moonshine (Viki): Hyeri. E apesar de ter começado a ver por causa dela (e por conta da sinopse da Mymi porque parecia que o drama seria engraçado – e é!!), eu me encantei com o casal e com a comédia na dose (trocadilhos com o álcool? Temos!) certa que o drama traz! Nem o chato do second lead de Passarela dos Sonhos (sim, eu não vou com a cara dele desde então porque levei o ranço do personagem para o ator, eu torci o nariz quando ele apareceu em Waikiki 2, é problema mental meu, eu tô ciente disso, tá?) me fez desgostar (olha só!), inclusive eu até rio em cenas com ele (gente!! e shippo horrores com a menina que é apaixonada por ele... falando em shippar, o casal protagonista é a coisa mais fofa e eu só sei dar longos suspiros! Uma coisa maravilhosa: o nome da turma de legenda do Viki:

Reincarnation Love: Dohyun e Minsi, juntos mais uma vez, sendo adoráveis e esbanjando química por 6 minutos (só isso!!! crime!!!) numa propaganda de farmácia. Parabéns para quem teve a ideia porque ó, MARAVILHOSA!

Katherine grita, ao ver esta sequência: GATILHO!!!

All of us are dead (Netflix): por que você odeia finais, Netinha? Qual porta bateram na sua cara durante a infância pra você ter essa mania de fazer seus originais com final aberto, me diz? Eu não curto zumbis, mas achei esse drama muito legal e maratonei de sexta pra sábado porque cada final de episódio me deixava curiosa pelo próximo: ponto pras críticas sociais, os vínculos afetivos daquele jeitinho gostoso que faz amar e odiar as pessoas, personagens carismáticos e adolescentes bocós fazendo burrice. E tava indo bem, sabe? (apesar do excesso de bully existente naquela escola, misericórdia, podre!). Até um final pavoroso derivado de uma ideia idiota de uma personagem que parecia até inteligente... olha, me poupe. Os créditos subiram e seis letras vieram à minha boca: POR QUÊ? (Em tempo, sinto que a história seria mais bem aproveitada se contada em menos episódios ou com uma duração menor).

"Isso não é uma piada." (o final pareceu, rs)

Ano passado eu me descobri fã de programas de variedades coreanos, assistindo a episódios aleatórios de alguns que traziam participantes que gosto, mas eu sentia a necessidade de ter um fixo para ver toda semana. Como não consigo mais assistir a 2D1N (sdds, Kim Seonho, espero que você esteja comendo e dormindo bem!), este mês eu terminei a minha maratona do Nolto aka Amazing Saturday aka DoReMi Market e já consigo acompanhar certinho, fazendo os meus domingos/segundas-feiras muito mais divertidos (e sei que quando eu estiver estudando coreano [será?] vai ser mais legal ainda porque vou conseguir brincar junto com esse Qual é a Música? do lado de lá), além disso o Idol Dictation, que é um derivado do mesmo programa, mas focando num elenco de idols, é bem legal também.


O que me motivou a maratonar: este homem maravilhoso!

Single’s Inferno também me fez companhia em janeiro e eu ria demais com as piadas na internet sobre o Sehoon (temos de admitir, o protagonista da edição) ou pela Netflix ter traduzido oppa como paizinho! O ponto alto deste reality são as maravilhosas Kang Soyeon e An Yewon (quem eu acho, em alguns momentos, a cara da Seo Yeji, então daí você percebe como a bicha é linda!!).

Sehoon, de uma semana para outra, conseguiu perder tudo com o telespectador do programa, haha

Assisti, também, a alguns filmes. Escape from Mogadishu talvez seja o indicado da Coréia do Sul para o Oscar de melhor filme estrangeiro e, realmente, é MUITO BOM! In Sung e Kyo Hwan interpretam agentes, respectivamente, da Coréia do Sul e do Norte e estão impecáveis! A sequência silenciosa e todo o arco final do filme são belíssimos! Em uma palavra: RECOMENDO!! Pipeline (Telecine) tem a premissa de mesclar ação e comédia (um policial toma um banho de bosta depois de achar que na mangueira de um limpa-fossa tem óleo roubado de um oleoduto) e meu Instagram só falava desse filme que trazia a Desgraça e o Vampirão juntos novamente, mas eu acho que os adm das páginas são todos fãs do In Guk e foram hipnotizados pelas cenas dele sem camisa e com cabelinho bagunçado porque eu achei o filme um saco! Em uma palavra: FURADA (trocadilhos para quem assistiu!).

A Year-End Medley traz um elenco de milhões numa versão coreana de New Year's Eve, outro filme com elenco de milhões: vai ver o plot noite de ano novo, casais, relacionamentos, perdão, reencontro e amor peça por filmes com elencos de milhões durante o réveillon. Eu me senti ouvindo uma música gostosa enquanto via a vida se desenrolar de uma maneira simples, porém grandiosa e bastante sensível. Assisti dia 1º e confesso que comecei 2022 com o coração quentinho com os 4 casais fofos que se formaram durante o longa e a relação de companheirismo empresário-cantor que mais parecia pai e filho! Inclusive, o plot do serviço de despertar do hotel me deu vontade de usar para desenvolver uma história inteira! Debora, bota um cropped, assiste logo a essa delícia, tem seu Raposão com heart eyes o tempo todo!! Em uma palavra: FOFO-mas-poderia-ser-menor!!

Infelizmente não encontrei o trailer com legendas em português.


The Door into Summer é um longa japonês, com o protagonista de Alice in Borderland, e fala sobre viagem no tempo por causa do... romance (que quase não tem cenas [poxa!!], mas é o que move a história) e é importante prestar atenção ao título em inglês porque é similar ao original e dá sentido à história (Passagem para o Futuro, em português, faz jus ao tema, mas não ao detalhe importante da trama!). Em uma palavra: PETE!!! Por último, Time to Hunt, que é legal, mas eu vi pelo plot: Wooshik (que tá um grande gostoso com pose de marginal mimado pela mãe), Haesoo e Jehoon. Em uma palavra: HORMÔNIOS. Ambos estão na Netflix.

Ilustrando o plot do filme citado por último

Musicalmente, eu assinei de vez a carteirinha de Shawol, finalmente encontrando tempo para assistir aos DVDs (e me apaixonando ainda mais por eles! Graças ao SHINee Sub. Brasil todo o conteúdo tem legenda em português!) e fui embalada este mês pela OST de Our Beloved Summer; esse cover delicioso que o Chanyeol fez da minha preferida do Lil Nas; There and Back Again do Eric Nam (às vezes eu começo a ouvir a intro de Any Other Way e o 'pumpumpum-pumpum' de One Way Lover do nada), em que todas são muito boas, mas Wildfire e Admit foram mais ouvidas ainda; Whee, a estreia da Whee In pelo selo do Ravi (!!!), traz Letter Filled with Light que é coescrita por ela e é meio que uma carta para os fãs e meu destaque vai para Pastel e Make me Happy, as minhas preferidas; e pelas produções do Taeyong (Suzi, você vai gostar!), com destaque pra Blue, Monroe (a vozinha do Baek!!!) e Rose (com a Seulgi!), e fica aqui o pedido escrito e registrado em cartório com firma reconhecida para a SM me dar o solo desse menino LOGO porque tem criança chorando (eu)!


Até fevereiro!

PS.: os dramas/filmes/programas que não relacionei a nenhuma plataforma de streaming é porque assisti por fansub.

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