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O homem que tem sonho no nome

Eu não conheci o Seonho em Start-Up, apesar de ter sido lá que fiquei mexida. Mari e eu maratonamos este drama e finalizamos nestante. Mas hoje pela manhã, ainda sob efeito de todos os sentimentos acumulados em 15 episódios, eu acordei pensando nele. E usei as minhas páginas matinais para falar sobre ele. E as digitei aqui. Estas são as minhas páginas matinais de onze de janeiro. Ilustradas, que é pra espalhar as covinhas dele por todos os cantos. Amém.


Um homem que tem sonho no nome. E é real. Abençoado por Deus com o cabelo sedoso e duas covinhas quando ri. Pois é, as pessoas costumam ter uma só, mas Deus encontrou o jeito de deixá-lo ainda mais lindo. Os vincos da calça completamente bem marcados a ferro, os pijamas, os tons escuros, os ternos; a cena dele bêbado no quarto do Nandinho. Eu não consigo pensar em mais nada além de "you're my future". Quanto a futuro, bem, eu quero esse homem sendo feliz. Na vida real, claro, mas na ficção também. Principalmente porque essa é a parte a qual eu tenho acesso. Eu me encantei pelo menino bonzinho assim que ele apareceu na tela. A relação dele com a Choi, a escolha das palavras para escrever as cartas, o jeitinho tímido, o carinho no olhar. Mas o roteiro deixou claro que nunca foi ele mesmo quando era ele. E isso dói.



Dói porque ele tentava negar sua essência de menino bonzinho não querendo ser bonzinho e desdenhando sobre ser bonzinho enquanto lutava internamente para não ser bonzinho. Típico de menino bonzinho. Me irritava como ele falava coisas para tentar se colocar no jogo e se arrependia três segundos depois, se questionando porquê aprendeu que tinha de guardar sua essência num potinho para poder vencer. Mas abria esse potinho toda hora e o cheiro de suas ações exalava... e invadia os espaços a cada crítica dura, porém verdadeira. É mais fácil gostar de quem só diz coisas doces; eu me apaixonei por quem disse de tudo. E quando ele se despediu de Nandinho, falando que só iria dizer aquilo uma vez, e foi chorar em seu carro junto à caixa de cartas e à planta que "ganhou" da Dal-mi, eu chorei.


Chorei porque ele disse que aquilo ali bastava. Chorei porque ele fez a Eliza Schuyler e se retirou da narrativa, uma narrativa que nunca o considerou, que nunca o deu a chance, mesmo quando três anos se passaram e ele estava perto da ideia do amor romântico. E doeu saber que, diferente de Eliza, a ele foi negado o "i put myself back in the narrative" e não é por não ter a mão maior aka o equivalente coreano a 'pau na mesa', é por, para mim, nunca ter sido considerado no jogo mesmo tendo jogado com o regulamento embaixo do braço. O rebatedor sai de cena. Mas não o chame de medroso.



Chorei quando ele disse, ao olhar para os objetos no banco do carona, que aquilo bastava. Porque eu me recuso a ver Han Ji-pyeong triste. Eu quero ele feliz, abraçado à Choi, enquanto sabe que é parte da família dela. Eu quero rir dele implicando com Nandinho em cenas domésticas e energia de irmão mais velho exalando. Eu quero ele sendo acolhido e amado, entendendo que ele tem o direito de ser amado, principalmente, amado de volta. Então dói quando todos os roteiros tentam trazer uma alternativa pro "cara que não vai rolar com a protagonista", mas pra ele é: nada.


"You're my future". Sem futuro, aliás. E isso é horrível. Ele merecia mais. É um personagem que me fez usar a palavra "anjo" na ironia, por muitas vezes, mas muitas mais no carinho e no amor. Mas deixaram ele dizendo que retalhos do amor bastavam. Deixaram-no sem a perspectiva do amor romântico. Han Ji-pyeong merece mais. E eu estou tristíssima por terem me negado os sorrisos daquele homem por mais tempo. Dois capítulos não foram suficientes. Eu estou revoltada que não me deram mais daquelas covinhas. Não se faz isso com um homem que tem sonho no nome.


Ao homem que tem sonho no nome se dá realidades ficcionais em que se pode sonhar e viver.



Para finalizar, este belíssimo vídeo que a Let compartilhou hoje e que eu devo ter visto, mais ou menos, umas 20 vezes durante a manhã. Hoje à noite o homem que tem sonho no nome deve aparecer em meus sonhos com suas covinhas fofas e sua cara de tímido ao ler cartinhas fofas e receber conselhos de crianças de 06 anos.


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