• neereis

Vanessômetro: meus dramas preferidos do ano

Atualizado: 19 de dez. de 2021

Observação adicionada em 18 de dezembro de 2021, às 16h09: vi Mr. Queen constando nos layouts de retrospectiva de dramas de 2021 porque o primeiro episódio foi ao ar em 2020, mas o restante, no ano seguinte (o que levou o mydramalist a não considerar o drama como desse ano etc), e entrei em choque. Porque eu, como boa pessoa lerda, não me atentei a isso, mas preciso dizer que sim, MR. QUEEN É PROTAGONISTA EM MINHA LISTA, esta é uma "retratação" porque este drama estaria listado abaixo com toda a certeza, haha.

Eu sou a estrela da Ásia.

Eu comecei a pensar sobre o meu top 5 de dramas vistos esse ano e foram tantas opções, tantas dúvidas, tanto descontrole emocional que quase desisti de fazer essa postagem. MAS o mydramalist existe e me mostrou que, olhe só, eu dei nota 10 para, exatamente, 5 dramas esse ano: sinais? Sinais. Eu não posso ir contra a matemática, existe um propósito para ela ser chamada de exata. Antes de listar meus queridinhos, um spoiler de outros queridinhos que-foram-quase porque, pode acontecer de você ficar se perguntando e eu não quero apertar a sua mente com isso. Puxe uma cadeira, pegue um bolinho.


Mas Vanessa, e Dali and the Cocky Prince, você não amou? Amei, leitor. Mas minha nota foi 9 porque eu odeio os núcleos familiares dos protagonistas e tenho vontade de soltar uma bomba ao me lembrar da madrastra e do irmão dele, do tio e do primo dela. E Imitation, Vanessa, não eras afiliada ao Fins? Minha nota foi 9,5, porque não admito terem orçamento para um carro capotando e manterem a protagonista com aquela peruca horrorosa! E Yumi's Cells? Você não amou as células? Sim, caro leitor, mas tem o advento Bobby. Nada contra o Jinyoung, mas eu não gostei da personagem (e como não tenho vergonha na cara, verei a 2ª temporada, prove me wrong, GOT7!).

Jesus! Inacreditável!

O mesmo aconteceu com Vincenzo e Move to Heaven, coisinhas lindas que AMEI, mas o primeiro tem o efeito-Malta e me deixou apenas com narrativas mentais (bem alimentadas, claro, mas poderia não ser só isso), e o segundo fez direitinho até os segundos finais com aquela cena HORROROSA apenas para a Netflix dizer que talvez-venha-aí uma segunda temporada (bocejei). Um abraço especial para The day of Becoming you e Mad for Each Other, vocês são lindos (China, ainda não te perdoo por aquele final), mas eu já falei demais de quem quase-foi.


ENFIM, meu top 5 de melhores dramas do ano. Aqueles que me deixaram alerta, atônita, apaixonada.


You are my Glory

Deus, eu vi o que tu fizeste pelos outros, tua filha tá pronta, Pai

*Gritos, confusão, escândalo, desgraçamento mental e estado de Layana* Eu não sei como falar sobre esse drama. É sério, eu bem que tentei começar uma postagem sobre esse c-drama quando terminei de ver, mas nada que escrevia era suficiente a ponto de explicar You are my Glory. O que dizer de uma história que reaproxima uma atriz famosa de um engenheiro espacial, que se conheciam desde o colegial, por causa de um jogo on-line? Não parece promissor, né? E é aí que você se engana. Toda construção do relacionamento deles é feita de uma maneira tão linda (e crível!) e especial que eu começo a passar mal só de lembrar. Tem a concretização do primeiro amor e passagem de tempo (duas vezes!): passando na cara da Coreia como isso deve ser feito. Não tem triângulo amoroso, não tem família odiosa, e nenhum dos dois deixa de a) fazer o que gosta; b) ser quem é por causa do outro. Eles são excelentes juntos porque, justamente, são excelentes sozinhos. E eu derreto de amores em todas as cenas domésticas e por ver como a trama mostrou a vida dos dois, ao longo dos anos, de uma forma tão linda que fez jus ao título do drama: você, realmente, é minha glória, You are my Glory!


A romântica que reside em mim quer ilustrar tudo o que foi dito acima com este pequeno vídeo. De nada!

PS.: TUTUZINHO, EU TE AMO!!


Hometown Cha-Cha-Cha

Ah, um homem que olhe assim pra mim...

Esse é aquele tipo de drama que eu já sabia que iria amar antes mesmo de dar play: Kim Seonho, Shin Minah e uma cidade pequena em que todo mundo se conhece e age como se fosse uma grande família. Foi feito pra mim, eu sentia ao ver o trailer e as imagens promocionais. E eu tive certeza, depois de assistir, que havia recebido um abraço apertado; porque essa é a sensação que fica após conviver em Gogjin por 8 semanas. HomCha me fez rir e chorar (o que é aquela montanha-russa de sentimentos na reta final?!), proporcionou que o meu amor pelo dimple couple crescesse (fica aqui o aviso pro Seonho, próximo papel, nada de órfão, é sofrimento demais pra mim: Two Cops, Start Up e HomCha foram suficientes, já dá pra pedir música no Fantástico, poxa!) e me fez cantarolar 'lalalas' durante a semana. HomCha brincou com a sensibilidade e chamou a vulnerabilidade para valsar: dançando, a gente foi convidado a explorar sentimentos por vezes segredados, escondidos, renegados. Dançando, a gente descobriu que a gente é sendo. Dançando, de mãos dadas com a vida e com as vistas viradas para o mar, a gente foi feliz.


Juntamente com Debora e Lay, falei sobre esse drama aqui, indicando motivos para assistir a essa preciosidade. Abaixo, um vídeo que mostra o maravilhoso Dusik sendo gado da Hyejin quando eles ainda nem pensavam em ser dois. Que saudades do meu Sikhye!!


Beyond Evil

Hey, Yeongsil, play The Road by Sunwoojunga

Uma história de profundidade inimaginável, assim eu definiria Beyond Evil, caso entrevistada pela Marília Gabriela. Se fosse para definir numa música, Alcione falaria por mim ao cantar "você me vira a cabeça..." porque ô história gostosa de acompanhar e que permite suas personagens se desenvolverem de forma inteligente, viu?! É um drama policial com uma pitada de mistério e que, ao chegar na metade, zera aquilo que você achava que sabia e recomeça de uma forma ainda mais tensa. É uma trama sustentada pela atuação impecável dos protagonistas e por todos os jogos mentais que dão relevância a todas as personagens, sem exceção. Dongshik (Shin Ha Kyun) e Juwon (Yeo Jin Goo) vão da rixa à construção profunda do relacionamento não apenas no ambiente de trabalho, mas fora dele. Principalmente fora dele. Por tratar de temas próximos às vivências do telespectador, como corrupção, insatisfação com o sistema, relacionamentos familiares e questões psicológicas, é muito fácil se conectar com a história e, principalmente, se reconhecer.


Maratonar esse drama foi muito especial e, abaixo, tem esse compilado de cenas que me matam de saudades e me fazem gritar: ICÔNICOS!!


Youth of may

Um homem que olhe assim pra mim, parte II

Voltando para o romance (como não cair de amores por essa cena aí de cima? me diz! me diiiiz!): eles. Com um dos casais mais lindos do ano e interpretado de maneira impecável pelo Dohyun e pela Minsi, esse drama me destruiu. Tendo como pano de fundo a Revolta de Gwangju, um período turbulento da Coreia do Sul dos anos 80, Youth of may avisou desde o trailer: "se fosse qualquer outra primavera esta seria apenas uma história sobre juventude". E não foi uma primavera qualquer, porque a luta para que o relacionamento da enfermeira com o estudante de medicina acontecesse, era apenas um dos pontos altos do drama! Todas as personagens tinham profundidade no desenvolvimento (as crianças!! aquelas crianças!!!) e eu ficava ansiosa para a próxima semana, tentando ligar presente e passado, tentando enganar a mim mesma sobre a resposta ao grande mistério da trama que perguntava, sem usar nenhuma palavra, de quem era a ossada encontrada. Não era uma primavera qualquer mesmo e não deve ser fácil de maratonar, aliás, (recomendo assistir aos poucos). Mas vale a pena cada segundo. Esse melodrama de fotografia impecável faz com que você se apegue às personagens e sinta medo por elas, chore e sofre com elas. É uma linda história triste e que pode ser resumida por esse comentário que vi no dramacool enquanto esperava o último episódio: "querido Deus, por favor, tenha misericórdia das nossas almas torturadas."


Abaixo, um compilado de cenas lindas desse casal que quase acabou com a minha vida:


D.P. Dog Day

P: Foi sua mãe quem disse que você precisava pegar desertores? / R: Não, foi minha tia, Senhor.

Nesta postagem aqui eu falei sobre o drama, então fica a dica para quem quiser saber mais, poque vou focar, neste momento, no que DP me fez sentir. Com apenas 6 episódios, a trama traz uma história de humanização dos desertores do exército sul-coreano, numa abordagem nada ufanista ou de glorificação patriota desse elemento que, sim, é motivo de orgulho para o país. E o que me deixou mais envolvida, mais entregue, mais encantada e com vontade de só me levantar do sofá quando terminasse de ver tudo, foi o elenco: excelentes; todos eles. E o peso de carregar um selo de excelência se estendeu à trama (e à forma de contá-la), ao desenvolvimento e ao humor mesmo em meio a cenas pesadas demais e carregadas de significado. DP causa repulsa, revolta e raiva e esses sentimentos, precisos e pontuais, são misturados às emoções da dupla dinâmica formada pelos protagonistas tão humanos, tão parceiros. Estou com medo, confesso, da 2ª temporada recém-anunciada, porque não vejo necessidade e temo que, isso, transforme essa obra-prima em algo maçante e fantasioso.


Abaixo, um compilado de cenas divertidas dessa dupla que trouxe leveza a um tema tão pesado:


E, assim como 2021, me despeço. Que 2022 traga muitos dramas incríveis, amém! Nos vemos ano que vem!

Queria me despedir de forma divertida. Queria gritar que tô com saudades dele. É isso. Saudades, Bogum!


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