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Motivos Para Assistir a Mr. Queen



Mr. Queen é um banquete, e não estamos falando (apenas) da comida, apesar de a comida ser quase que um personagem também. O drama narra a história de Jang Bong-Hwan, um chef aclamado, metido e arrogante, que vê um escândalo político arruinar sua reputação. Fugindo da polícia, acidentalmente ele cai de uma sacada alta diretamente numa piscina. Ali, na água, ele encontra Kim So-Yong, futura rainha da Dinastia Joseon que acabou em águas profundas por conta de um incidente infeliz. As almas dos dois são trocadas e passamos a acompanhar a, agora, rainha abrigando em seu corpo o cozinheiro. E é aí que tudo acontece. E é assim que a gente descobre um dos melhores dramas do ano, mesmo o ano tendo acabado de começar.


A proposta de manter a figura do Bong-Hwan não apenas nos gestos e pensamentos da rainha, mas também inserida na narração do drama, é genial. A atuação da protagonista, ao ilustrar as dificuldades do chef em compreender o novo corpo, o casamento, a iminente lua de mel, a posição e as obrigações de rainha, além do entendimento de todos os costumes da Dinastia e das ameaças veladas dos outros clãs é sensacional. Mr. Queen inova ao ser extravagante sem se tornar caricato, mesclando humor, romance, política e tramas familiares, mas carregando o roteiro de plots que nos faziam prender a respiração até o próximo episódio e o próximo e o próximo.


Assim, listamos 05 razões para assistir a Mr. Queen e virar membro do fã-clube do rei!


01: A química

Nós partimos daqui...

Não dá para não começar esta lista sem falar no Rei e na Rainha. *Here I Am começa a tocar imediatamente e nosso coração erra um compasso*. Jung-Hyun e Hye-Sun parecem feitos para atuar juntos. Que sintonia! Que química! Que olhinhos apaixonados! Eles nos guiam pelos estágios de um relacionamento que, para a nossa sorte, inicia no casamento e se solidifica numa regra básica de duas palavras: “don’t touch”. De inimigos a aliados, de amigos a marido e mulher, na teoria e, principalmente, na prática; eternizados pelo Dicionário da Rainha, pelas caminhadas na beira do lago, pelas regras sendo quebradas enquanto novas regras nasciam despretenciosas no coração de um e do outro. Prepare-se para passar mal vendo algumas cenas.

E chegamos aqui!

02: As tríades


Trio da Rainha: Lady Choi, Hong Yeon, Chef Real Man Bok

So Yong não poderia pedir por servas mais companheiras ou leais que a Lady Choi e a Hong Yeon! Elas amavam a rainha e, principalmente, amavam a companhia da rainha, mesmo com todas as reviravoltas quando a alma do Bong Hwan assumiu o controle do corpo da rainha e tudo o que a “mama” fazia era se jogar em todas as águas que via enquanto o resto das criadas da corte entrava no caos eterno e a Lady Choi nada podia fazer além de ir para o bambuzal gritar todas as suas frustrações. Bambuzal que marcou o encontro da Dama da Corte com o Man Bok, o chef real que frequentava o mesmo local para gritar sobre as mesmas coisas. Naquela época, nenhuma mulher tinha permissão para trabalhar na cozinha, mas So Bong sempre fez suas próprias regras... e o que começou com gritos, competição e olhares tortos, terminou com colaboração mútua e amizade, porque este trio esteve com a Rainha quando ela mais precisou seja de um colo, seja de aliados para a batalha!


Trio do Rei: Príncipe Youngpyeong, Diretor Especial Hong, Kim Hwan

Cheol Jong é um rei com duas caras e isso é evidenciado duplamente. Primeiro que parece que ninguém fora do palácio conhece o rosto do rei, segundo que a maior parte da corte presume que ele é burro e facilmente manipulável. E o drama nos mostra que a soma das duas evidências acima só colaboram para os planos do rei, planos que são traçados pelos dois amigos de confiança, o Diretor Hong e Príncipe, seu meio-irmão mais velho. As cenas deles, seja discutindo planos infalíveis a la Cebolinha, seja conversando sobre a vida em meio a jogos e bebidas quentes, são preciosas demais e proporcionaram a chegada de um dos personagens mais adoráveis do drama: o Kim Hwan e toda a sua bobagem, inocência e lealdade ao Diretor Especial Hong. Sim, eu ainda sofro pensando na cena da cadeia!


03: Enredo e Referências


Se você vê o pôster de Mr. Queen e pensa que é mais um saeguk, sugiro que assista ao primeiro episódio porque, depois dele, você vai reconsiderar muita coisa! Apesar da configuração antiga, como explicada acima, em que a rainha Kim So-Yong, de Joseon, e Jang Bong-Hwan, um chef da Casa Azul do Presidente da Coréia do Sul, tem suas almas trocadas, o drama está repleto de referências de cultura pop moderna, o que, por si só, já é um grande diferencial. Ali, So Bong usa de sua expertise para ‘inventar’ os produtos de beleza, o delivery de comidas, os modelos políticos que versam sobre o voto direto, quebrar paradigmas sobre uma mulher assumir a manipulação de alimentos para consumo da Realeza... é uma explosão de referências do K-beauty ao McDonald's!

Mr. Queen traz uma abordagem peculiar para esculpir as várias camadas de suas personagens, caminhando pelos caminhos da comédia, do romance, do drama e da ação com uma maestria que é impossível não permanecer entretido. Os 20 episódios são redondinhos, deixam aquela sensação de querer mais após assistir; deixaram um vazio no final nos deixando apenas com a saudade. Além disso, há dois episódios curtinhos, chamados Mr. Queen: The Bamboo Forest, que trazem o prólogo, contando sobre o primeiro encontro dos protagonistas, e um epílogo, ambientado no “mundo ideal”.


04: Questões Sociais


Um boato pode ferir um homem, mas pode matar uma mulher.

O drama tem em sua essência o humor, enquanto perpassa pelas tramas familiares entre os clãs que buscam, a todo custo, manter-se no poder, mas não se omite ao escancarar questões que, ainda, existem. Cheoljong está cansado de vivenciar a opressão e a corrupção dos governantes da Dinastia, sentimento completamente relacionável ao que sentimos hoje, no maior estilo sad and brazilian. Em contraponto, e aqui o recurso de unir o chef e a rainha num nome próprio, So Bong nos mostra a entrada da mulher numa cozinha real, local estritamente masculino, além de todas a ideias que coloca em prática, maravilhando o rei, que não a vê como alguém menor que ele, mas que a enxerga em pé de igualdade.


Um adendo: você vai descobrir como é imprescindível conhecer a história do seu país.


05: OST


Quem me conhece sabe: eu sou muito EXO-L e só desse drama ter sido a primeira música do Xiumin pós exército, ela já seria uma das minhas OSTs preferidas do ano. Só que a OST de Mr. Queen não precisaria disso pra entrar na minha playlist de dramas, pois ela é INCRÍVEL! Tem música pra você sorrir ouvindo 2s lembrando de alguma cena hilária em que ela toca. O grupo escolhido pra essa música marcante não podia ter sido melhor e eu recomendo bastante assistir a alguma apresentação deles pra entender o que to falando, eles são hilários no palco! Outra música marcante desse drama é a lindíssima Here I Am, que já foi citada aqui antes. Quem não chorou, ou pelo menos ficou emocionado, com alguma cena com Here I Am no fundo, não é mesmo?



Bônus: Kim Jung-Hyun


No maior estilo "uma imagem vale mais do que mil palavras", ele: o nosso Rei!

Bem diagramado!
Mãos rápidas!
Olhinhos gentis!

E a gente fica como na presença do Rei? Só a So Bong...

"Controle-se, mulher!"


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