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Melhores do Ano - parte II

Trazendo a parte final do nosso especial Melhores do Ano, nós continuamos opinando sobre aquilo que fez nosso coração bater mais forte, aflorou nossa raiva e, por que não, nossos hormônios (opa, oppa!, trocadilhos que apenas o português nos proporciona)! A primeira parte da sequência, caso você não tenha visto, pode ser lida clicando aqui. Preparados?


07) Quarentão do Ano


Mymi: Nam Goongmin não passou meses malhando, fazendo dieta, postando thirst pictures no Instagram pra não ganhar essa categoria. Além de tudo teve uma atuação incrível em The Veil. Pode passar aqui na nossa redação pra buscar seu prêmio!



Vanessa: *Anahí cantando ao fundo: siento que me encuentro dividiiiiiiiida* Este é um assunto sensível porque a Coréia do Sul, graças a Deus, tem um catálogo imenso de quarentões maravilhosos que nos fazem imitar o D'Black ao dizer que estamos "sem aaaaaaaaaar" (tô musical hoje, percebam). Mas este ano, ah, meus amores, este ano o Nam Goongmin puxando ferro/sacando arma/barbudo/com cabelinho na régua/de terno/sem camisa/respirando em The Veil foi um verdadeiro deleite. E aquela voz de "vou destruir sua vida?". DESTRUA! TÔ PRONTA! Daí eu olho para o outro lado, Park Hae-soo (Chimera/Squid Game) acena pra mim com aquela carinha de idiota/as costas larguíssimas/o sorriso torto/a barba por fazer/os óculos de grau e é demais pro meu pobre coração. Empate técnico. Todas vencemos!


Kah: Nam Goongmin e Jisung desde 2015 na minha listinha, mas esse ano ele estiveram mais lindos do que nunca! Nam Goongmin pelo menos não decepcionou e fez só coisa boa, mas o Jisung, sofri pra acompanhar em Devil Judge que eu esperava tanto!


08) A Doida do Ano


Mymi: Honey Lee, a protagonista de One the Woman, é especialista em fazer papéis de doida engraçada e faz muito bem. Nesse drama ela interpretou dois papéis diferentes, mostrando sua versatilidade, mas como a personagem Cho Yeon Joo fingindo ser a personagem Kang Mina, e tudo isso completamente desmemoriada, foi responsável por uma das cenas mais engraçadas do ano.



Vanessa: Chayoung (Vincenzo), vestindo seu look rosa adornado pelos belíssimos óculos escuros, pousando para fotos em frente a um carro de luxo estacionado junto às escadarias do Tribunal. Essa é a primeira imagem que surge quando eu penso no espécime da mulher doida. A advogada faz jus àquele trecho de Waitress que diz: she is all of this mixed up and baked in a beautiful pie; porque ela tem um pouco de tudo e usa bastante intensidade quando põe em prática esse "pouco de tudo". Entregue, espalhafatosa, afrontosa; brilhante. A personagem da Yeo-been é dona de uma complexidade multifacetada que me faz gritar: EU AMO ESSA DOIDA! A Debora escreveu sobre ela (e outras doidas!) e você pode ler clicando aqui.


Kah: A protagonista de Mad For Each Other, é literalmente doida e isso é a melhor parte. Amei demais a história e o desenvolvimento da mesma. Impossível não se apaixonar pelas maluquices dela e a florzinha no cabelo. Um ANJO!



09) Maior Fake News do Ano


Mymi: Eu me senti muito trouxa e enganada em dois momentos esse ano quando anunciaram dois doramas que eu queria assistir, eu perdi meu tempo escrevendo sobre eles na coluna Vem Aí, eu iludi nossos leitores e criei expectativas em zero pessoas, pra no final não termos Dear M, que foi cancelado antes mesmo de começar por causa de algum escândalo envolvendo alguém no elenco, e Joseon Exorcist, cancelado após dois episódios, porque os coreanos não sabem voar, e não entendem que num dorama de zumbi não é pra ficar procurando exatidão histórica.


Vanessa: eu esperei por Oh my Ladylord desde que anunciaram a Nana como protagonista (coisas do coração, quem sente, sabe) e aumentei a ansiedade pelo drama depois de ver as fotos dos pôsteres e a sinopse porque tudo ali gritava romcom de qualidade. Mas o protagonista sumiu do nada, as mães tinham câncer ou demência, meteram um plot de fantasia, 'samara-sete-dias', anjos e o escambau e eu quis processar todas as pessoas que tiveram essa grandíssima ideia. Sério. Parabéns, ficou uma merda! Vocês tinham a Nana!! Vocês tinham um second lead lindo! Vocês tinham um protagonista-feio-que-fica-bonito-quando-a-gente-acostuma-com-a-cara-dele! Ainda me dói pensar nessa presepada. E por falar em presepada: The Devil Judge. A premissa era boa, o ambiente distópico, a promessa de plot twists, a crítica social torando, o-menino-que-era-o-clone-do-falecido, a internet enlouquecida... eu tava entregue, eu tava pronta. Até tudo ser previsível demais, as pontas soltas não serem explicadas, os furos na história serem costurados a um discurso negacionista (sério? no meio de uma pandemia? vai tomar banho de soda!) e o final ser decepcionante (sendo beeeeem educada) praquele que seria o drama do ano, segundo @s.


Kah: Eu fiquei desde o ano passado esperando e contando os dias para Lovers of The Red Sky para chegar na hora e ele ter um desenvolvimento cheio de furos, um casal que se apaixonou por causa de umas 3h quando eram crianças e ficarem o resto da vida falando que se amavam POR CAUSA DAQUELAS HORAS E ESQUECEREM DE DESENVOLVER MAIS??? Ai to aqui brava lembrando de como foi ruim e mal feito.


10) Vilão do Ano


Mymi: A gente que cresceu vendo novela da Globo, principalmente pós-Nazaré Tedesco, e novelas mexicanas com vilãs icônicas, como Paola Bracho, contrapostos por uma infinidade de mocinhas sem graça e sem carisma, talvez tenhamos dentro da gente a habilidade de perdoar os piores crimes e insanidades que esses personagens cometem. É o meu caso com a vilã K, de Inspector Koo. Ela foi uma VILÃ COM PROPÓSITO, só matando gente ruim de verdade, ajudando as vítimas a conseguir sua vingança, e assim criando uma rede de ajuda criminal. No final ela se perdeu um pouco na personagem, mas foi muito fácil e assustador entender as motivações dela.



Vanessa: OK Taecyeon (Jang Junwoo, em Vincenzo), deu vida a um estagiário bobinho que mostrou-se ser um vilão sanguinário e impiedoso que deu gosto de acompanhar. A atuação dessa geladeira duplex (o tamanho desse homem! é possível?!) foi extraordinária do começo ao fim: os olhos dele no episódio 17, ao receber um tiro de raspão na orelha direita, e o olhar perturbador no fim do episódio 16, igualzinho em The Fallen Angel, do Alexandre Cabanel, por si sós, mereciam todos os prêmios. Ele alternou, com maestria, momentos calorosos e desumanos de forma impecável. Digo sem peso na consciência que Vincenzo tinha uma torcida tão grande por causa do Babo. Se ele não fosse um vilão tão TÃO, a comoção e o alarde não seriam tão imensos. Inesquecível.


Kah: Nosso amado Lee Seunggi foi impecável mais uma vez em Mouse, um dos melhores dramas do ano, atuação sem defeito que fazia com que a gente esperasse e torcesse (!!!) por ele toda semana! Ok Taecyeon foi a razão pra eu terminar Vincenzo e odiei o final dele pq ele MERECIA MAIS!! Icônico e com uma atuação de babar e questionar se ele é realmente uma pessoa normal na vida real de tão perfeito que foi matando as pessoas e rindo depois. Happiness não teve um VILÃO só, mas só de imaginar viver aquela doença logo em seguida do Covid (primeira vez que vi a doença realmente sendo mencionada num drama), deve ser HORRÍVEL e foi assustador pensar nisso durante as semanas que assistia ao drama!



11) Casal do Ano


Mymi: Eu MORRO de preguiça de pessoas que amam tanto um casal de drama a ponto de querer que eles fossem um casal na vida real, (vamos separar ficção de realidade), mas o casal detetive de Happiness é tão LINDO, que eu queria que eles fossem um casal de verdade (ainda mais depois desse photoshoot pra Elle). E qual a melhor forma pra descobrir o amor verdadeiro do que lutando ao lado dele num pseudo-apocalipse zumbi?




Vanessa: You are my Glory é um dos melhores dramas que já assisti, e não falo considerando apenas 2021. Jingjing (Dilraba Dilmurat) e Yu Tu (Yang Yang) formam aquele casal incrível, cúmplice, apaixonado, consistente e sólido ao longo dos anos, algo que apenas Naley (OTH) foi capaz de fazer com perfeição. A química é perfeita, os beijos são lindos, eles conversam, se implicam, se apoiam nos planos individuais e na vida a dois, entregando o clichê que a Coreia mais gosta (primeiro amor) da forma mais crível e especial possível (China, obrigada por tudo!). Acima deles? Apenas a coroa!


Kah: Youth of May me DESTRUIU e até hoje vejo pouca coisa sobre ele de tanto que sofri. Um drama lindo demais, mas que só foi possível pela perfeição o casal que carrega a história. E o casal protagonista de Happiness, que tem um casamento por contrato para no final descobrir que a felicidade está em estar junto de quem gosta. Lindos.


Mari: O beijo (oficial) veio nos 45 do segundo tempo mas no meio do caminho, tivemos 178 (sim, eu contei) sorrisinhos de lado, bolsas sendo seguradas, ramyeon sendo divididos, fake dating, apoio incondicional frente à assassinatos e aquisições hostis e uma energia de old married couple incomporável. Eles me deram migalhas, mas elas foram suficientes para fazer um banquete. Obrigada, Chayenzo!


 

Esses foram os nossos queridinhos de 2021 e esperamos ter muito mais ano que vem! Feliz ano novo e obrigada por estarem com a gente, na alegria e no sofrimento!


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