• neereis

Drops Mensais: 04-22


Olá, estranho! (leia na voz do Kai)

Abril é o mês do meu aniversário e eu fui presenteada de tantas maneiras que é impossível não me sentir mimada (mais? mais!): a liberdade cantou pro Chenzinho, o EXO completou 10 anos e lotou minha vida de conteúdo (graças a Deus!), muita música maravilhosa foi lançada e eu acompanhei dois dramas que entraram pra listinha de preferidos!


Seguindo a ordem já meio que estabelecida, maratonei meu primeiro BL por indicação da Debora e estou não somente apaixonada pelo protagonista que é uma mistura de Lee Minho com Jackson Wang, mas também pela história! Semantic Error (Viki) tem apenas 8 episódios de uns 25 minutos e nos fornece uma espécie de hate to love universitário em slow burn com uma das partes do casal sendo sisuda e a outra completamente irritante que me deixou CONTEMPLADA!!

CRIMINOSOS!!!!!!!!!!!

Sobre os que estavam/estão no ar, preciso dizer que, além dos listados abaixo, vi o começo de Our Blues (2/16), mas não gostei do uso do recurso cenas-silenciosas-e-introspectivas-para-demonstrar-a-melancolia-do-personagem porque a) eu nem te conheço, não tenho como sentir nada porque nem sei o que se passa pela sua cabeça, b) achei chato usar isso em excesso durante o 1 ep pelo motivo citado em a). É visualmente lindo, tem cara de crescer durante os 20 episódios totais, traz o regresso do Woobin, mas não rolou pra mim, vida que segue etc. Também larguei mais dois dramas pelo caminho: A Superior Day (Viki; 5/8) porque estava vendo apenas pelo vilão, mas nem ele conseguiu me prender... um primeiro episódio muito bom e uma sequência decadente... HORROR!; e Sh**ting Stars (Viki; 2/16) porque não achei divertido como pensei que seria e fiz exatamente essa cara para todo o plot envolvendo a África e a sequência do banheiro

Não, tem muita coisa no mundo pra eu gastar meu tempo

Soundtrack #1 (4/4) conta a história de dois amigos inseparáveis há 19 anos, interpretados por Han Sohee e Park Hyungsik e fica aqui meu aplauso sobre quem pensou em escalar esses dois porque QUE CASAL BEM DIAGRAMADO, MINHA GENTE!! São 04 eps de 1h de um friends to lovers slow burn apaixonante! A delicadeza ao demonstrar o amor não correspondido, a sutileza dos detalhes da trama que, aliada a uma fotografia e uma OST muito bonitas, consegue imprimir sentimento e realidade. Vi muitas pessoas reclamando do final, por não ter muitas cenas deles enquanto casal, algo que não me incomodou em nada porque a proposta, justamente, era mostrar a percepção/descoberta desse amor, não o "depois de". Pra quem gosta do gênero e quer ver algo curtinho, super recomendo!

CONSTRANGIDA por estar invadindo a intimidade deles

Business Proposal (Netflix; 12/12): ACLAMAÇÃO! 12 episódios recheados de química, gente linda, romances perfeitos (isso mesmo, no plural!), o uso preciso de todos os clichês daquele jeitinho que nos faz gritar "BINGO!" e repetir, com um sorriso nos lábios, que "nunca fui triste." Essa é uma romcom de respeito e fez as segundas e terças-feiras da Suzi e minha muito mais felizes na hora do almoço! Quer algo leve e ótimo? Para tudo o que tá fazendo e corre pra assistir! Vejam esse vídeo! Nós elencamos alguns motivos aqui.

"A propósito, Sr. Kang, isso é um sonho, né?" / FOI ASSIM QUE ME SENTI VENDO ESSE DRAMA!! "EU TÔ SONHANDO? É BOM DEMAIS PRA SER VERDADE!"

Forecasting Love and Weather (Netflix; 16/16): começou bem e desceu a ladeira da dignidade, me fazendo gostar de assistir até o ep 10, acho, o resto foi um esforço sem tamanho com pequenas doses de felicidade aqui e acolá; foi triste ver o potencial desperdiçado porque, no fim das contas, tudo se tornou fraco e lento e previsível (não no sentido bom).

Eu pensando no tempo que perdi vendo esse drama até o fim...

Twenty-Five Twenty-One (Netflix; 16/16): o drama começou com ele entregando um jornal, um prenúncio sobre como as "notícias" seriam importantes na relação deles dois, e terminou com ele entregando uma mala, e toda a representação desse objeto no que diz respeito, principalmente, a memórias, é muito latente. Esta história me deu tudo o que eu poderia querer e entrou para a listinha de dramas preferidos da vida porque, se há uma palavra para descrever 25-21, seria perfeição. A Kah e eu falamos sobre essa delícia aqui.

Grita no topo da montanha: BAEKDOOOOOOOOOOOO

The King of Pigs (12/12): acho que é o meu drama preferido no gênero thriller psicológico; acho que é um dos meus preferidos da vida (mas daqueles que nunca irei ever)! Tudo nesse drama é excelente e bem executado, não se repete nem se recicla plot, e o fato de serem 12 episódios de menos de 1h colabora pra isso! A trama acompanha dois ex-colegas de classe revivendo a violência e o bullying sofridos durante a adolescência, contrapondo-os porque as duas vítimas, hoje, são o fugitivo quem está vingando-se dos seus agressores do passado, e o policial que tenta capturá-lo... será? As cenas de violência escolar são MUITO PESADAS e eu me sinto angustiada durante quase todo o episódio (descobri com a Coréia que este é um assunto sensível pra mim), mas também muito imersa na trama que, a cada semana, só melhora! O único momento que me fez rir foi a ideia de jerico do nosso vingador sequestrando sua vítima, antes de dopá-la, e contando do sequestro enquanto dirigia... quase deu merda e eu botei na conta do amadorismo de quem nasceu bom, mas foi modificado pelo sistema. E daí chegou ao fim, as pontas se amarraram e eu fiquei chorando abraçada com meus sentimentos. Forte, intenso, doído, sensível... poético: QUE OBRA-PRIMA É THE KING OF PIGS!

Eu estou encantada por este elenco! O que esse menino do meio fez com apenas 14 anos... ainda será reizinho da dramaland!

Pachinko (Apple TV, 8/8): da abertura à forma de contar a história, esse drama é de uma beleza, uma importância, uma delicadeza, uma sensibilidade sem tamanho! Acompanhar a história de uma família coreana (e suas ramificações e laços construídos pelo afeto, pelo tempo) no eixo Japão-Coréia, durante a invasão japonesa, e pelos EUA no final dos anos 80, foi uma montanha-russa de sensações, mas com uma certeza: eu estava diante de uma obra de arte! Agora só me resta esperar pela 2° temporada!

Tomorrow (Netflix; 8/16): tem sido um drama gostoso de acompanhar, imaginar o Rowoon de pintinho amarelinho me faz sorrir sempre, e apesar de tratar de um assunto mais delicado (conteúdo sensível sobre suicídio), uma vez que a história acompanha o trabalho das equipes de ceifadores que buscam os mortos e que previnem suicídios, o drama consegue fazer rir em algumas cenas. Confesso que alguns diálogos nos dois primeiros episódios me deixaram chateada porque não vejo como uma boa abordagem sobre o assunto, apesar de que o recurso seja pra demonstrar a evolução da protagonista etc. Por hora, tá sendo muito bom acompanhar, eu chorei igual uma criança mijada nos eps 05 e 06 e não vejo a hora de os líderes das duas equipes ficarem juntos porque A TENSÃO SEXUAL E A QUÍMCA EXCEDEM OS LIMITES quando eles estão se odiando ou implicando um com o outro!

Rapaz, quando isso aqui acontecer... eu vou ser tão feliz...

My Liberation Notes (6/16) é daqueles dramas slice of life, em que a gente vê as pessoas vivendo e nos convidando para dentro do mundinho delas: o que amo, particularmente. Mas antes que eu diga qualquer coisa, preciso dizer que estou apaixonada pela protagonista, por esta cena; este momento:

"Estou interpretando uma mulher que é amada. Uma mulher que tem tudo o que precisa. Neste momento, eu amo alguém que está me apoiando."

Os silêncios e todo o sentimentalismo, a melancolia das cenas é confortável, é sensível: eu sou capaz de ver os fios de pensamentos sobre as cabeças das personagens, eu consigo enxergar as palavras fazerem fila para serem ditas e retornarem às suas caixinhas... tocante; bonito. Entre casais que se formam na tentativa de se tornar inteiro, trio de irmãos numa relação crível demais, gente deprimida, desgraçada mentalmente e introspectiva, há uma fotografia linda enquanto eles tentam encontrar, às vezes, aquilo que nem sabem dar o nome. Por fim, tem ele, o amor da Lay, sensualizando ao existir:


Saindo dos dramas, comecei a assistir ao Exo's Ladder 3 e garanto a minha dose de serotonina vendo aquelas coisinhas lindas e amadas juntinhos como a família que são (episódios traduzidos aqui). Também tô vendo o Queendom 2 (Viki; 5/10): eu AMEI maratonar o Kingdom e acompanhar a versão feminina do reality tem sido maravilhoso! Amo ver minha amada Taeyeon sendo endeusada pelas participantes só por respirar perto delas e fui com o objetivo de torcer pelas Loona (Lay, te amo!) porque as meninas são muito boas mesmo, e acabei me apegando às Brave Girls (sigo impressionada pela voz da Minyoung, meu Deus, meu Deus!!!) e amando as apresentações da Hyolyn, e achando as Kepler fofas e me vendo nas expressões faciais da SinB e certa de que não vou decorar a ordem das letras do grupo das Consoantes, então fica o apelido carinhoso aqui. Meu top 3 de apresentações preferidas até agora:




Crescidinhos (Netflix 20/20) é a maneira do governo japonês de incentivar os jovens a terem filhos porque como não se encantar com tanta fofura??? O reality coloca bebês/crianças japonesas novinhas desempenhando missões como compras, entregas, auxílio em alguma tarefa do dia a dia familiar e trabalha com o senso de responsabilidade e independência desde cedo, algo que causa estranhamento por conta das culturas totalmente diferentes, e eu penso que esse choque cultural é o que deixa tudo mais divertido de acompanhar. As crianças são as coisas mais lindas e gostosas que existem e eu fiquei OBCECADA por este programa, ansiosa por mais capítulos!! Em duas palavras: ÚTERO COÇANDO!!!


No campo dos filmes, abril também parece ter virado o mês de matar a saudade do rostinho do Choi Wooshik porque assisti a The Witch 1, e ainda estou impressionada com a atuação IMPECÁVEL da Dami -- confesso que achava que esse era um filme de terror, pelo título, mas é uma pegada meio X-Men com desgraçamento mental e muito mais violência; recomendo demais pra quem curte ação e suspense! Também, vi The Policeman's Lineage e queria dizer que quem inventou o caixa 2 do policial Park é um gênio porque me permitiu ver o Wooshik vestindo ternos Gucci feitos sob medida, dirigindo carro de luxo e dando surra em pessoas feias que era pra evidenciar, ainda mais, a beleza dele. O plot é bem legal também e, pra quem curte um filme policial, é uma boa pedida! Os dois filmes em quatro palavras: SAUDADES, OUR BELOVED SUMMER!


Chamei mainha pra vermos Swing Kids (Telecine) e a bichinha segue traumatizada com o rosto do Ksoo porque fiz ela ver o outro filme dele no catálogo (Pure Love) e é outra coisa sofrida... momentos de introspecção e de questionamento, mas também de muito sentimento porque é uma história lindíssima e se você gosta de musical e/ou filmes sobre guerra, não perde essa grandiosidade porque esse filme é um evento! Nas palavras da minha mãe: "Esse menino vai me deixar arrasada em todos os filmes dele, é isso?"

Não se engane pelos passos felizes, esse filme vai te fazer chorar. Muito.

Musicalmente, meus ouvidos foram abençoados com os lançamentos PERFEITOS do BIGBANG, Still Life ainda me emociona só por lembrar; Grey Suit, o novo álbum do SUHO, que eu ouço diariamente porque sim; e Dice, o também novo álbum do Onew, pelo qual me encanto mais a cada dia (Yeowoobi comprou um lote na minha mente, como você pode ver na imagem ao lado com as minhas músicas mais ouvidas durante o mês). Este também foi o mês em que eu desgracei a minha vida e descobri que amo Monsta X (inclusive saiu álbum novo deles!!) e não me perdoo por não ter ouvido antes porque eles são exatamente tudo o que eu gosto de ouvir e ver e MEU DEUS DO CÉU, COMO QUE PODE!?

Além disso, quero deixar duas dicas para sad girls como eu: WH3N (ouçam o bornxoxo!!!) e Hoppipolla (comecem pelo and then there was us).


Até mês que vem! Beijos da criança criada nos anos 90 que tinha essa estética aqui!

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